Eu acho que antigamente existia mais respeito com os professores e com a escola, os alunos com medo da repetencia estudava para valer e prestavam mais atenção as aulas e no que o professor ensinava.

Conversas sobre a sexualidade antigamente não aconteciam, porque os pais nao queriam que os filhos falassem disso na escola, nem o ensino falava isso na escola.
O ensino tomava conta melhor dos filhos de pais ricos do que os filhos de pais pobres.
Antigamente os jovens entravam em conflito sobre valores sociais, políticos, econômicos, religiosos, estéticos e comportamentais, brigavam pelo direito de usar os cabelos compridos.
Antigamente os jovens entravam em conflito sobre valores sociais, políticos, econômicos, religiosos, estéticos e comportamentais, brigavam pelo direito de usar os cabelos compridos.
Não havia colégios particulares na cidade, só ensino público. Era uma época em que as desigualdades sociais não pareciam tão acentuadas e tão dramáticas como hoje. E, independentemente de ser pobre, rico ou remediado, todos tinham oportunidade de demonstrar o seu valor; o que importava era estudar e ser aplicado, sem prejuízo das boas traquinagens da juventude.
Os pais de antigamente comandavam totalmente a educação dos filhos. Hoje os pais sentem-se comandados pelos seus rebentos. Resta a esperança para alguns de que a escola eduque-os. Os pais que com esforço retomam a função de pai e de mãe tendem a sentir culpa, porque dizer um não dá a impressão de serem autoritários.
Os pais de antigamente queriam ver os filhos trabalhando ainda crianças. O estudo ficava em segundo plano. Os pais de hoje preferem ver os filhos só estudando, porque trabalhar é assunto para só depois da faculdade. Se tiver emprego, é claro. Hoje a lei proíbe o trabalho de menores de idade.

Hoje em dia a escola está como se ve.

